Ataques contra a TelexFree no Estado do Acre seria para desviar o foco?
FOTO: Tião Viana e Desembargador Samoel Evangelista (que indeferiu pedido de advogados da TeleFree) no Aeroporto Internacional de Brasília-DF Juscelino Kubitscheck em 02/07/2013 (terça-feira)
05 de Julho de 2013 (sexta-feira)
STF impede TJ de analisar decisões sobre suspeitos de corrupção no Acre
Relatório da PF apontou relação suspeita entre desembargadores e investigados no caso G7, que investiga suposto esquema de desvio no Estado
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou liminarmente que o Tribunal de Justiça (TJ) do Acre está impedido de julgar qualquer ato relativo a Operação G7 da Polícia Federal. Ao todo, 29 pessoas foram indiciadas por um suposto cartel formado por empresários e integrantes do primeiro escalão do governo Tião Viana (PT), que teria fraudado contratos públicos e desviado recursos do Estado entre 2011 e 2013.
No começo de maio, o sobrinho do governador Tião Viana (PT) e um secretário do estado foram presos por suspeita de desvios que superaram R$ 4 milhões. A operação envolveu empresários e advogados ligados a magistrados do TJ, o que levou ao impedimento de cinco magistrados para análise do tema.
Na tarde de quarta, 5 de Julho de 2013, a presidente em exercício do TJ, desembargadora Cezarinete Angelim, já havia decidido mandar para o STF o julgamento dos pedidos de liberdade de 14 indiciados, que estão presos desde o dia 10, por considerar a maioria dos magistrados da corte suspeitos ou inaptos para votarem.
Em um relatório complementar do inquérito, a PF apontou suposta relação suspeita entre desembargadores e os investigados. Cinco dos dez magistrados têm algum tipo de impedimento, afirmou Cezarinete.
A liminar dada pelo ministro Fux ampliou a decisão do TJ do Acre e impediu que os desembargadores locais julguem os pedidos de liberdade, "bem como qualquer processo alusivo à Operação G7", registra Fux. A decisão foi dada no fim da tarde do dia, 5, atendendo uma reclamação do Procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que apontou "iminente usurpação de competência" e requereu que o caso fosse enviado ao STF.
Na madrugada de quinta, 6, a desembargadora do TJ e o delegado Maurício Moscardi, da PF, embarcaram para Brasília com todo inquérito, em 11 malotes e quatro caixas. Após formalizar a entrega do caso ao STF, Cezarinete terá uma reunião com o corregedor nacional de Justiça, ministro Francisco Falcão, e depois com o presidente do Supremo, ministro Joaquim Barbosa.
Além da relação suspeita entre desembargadores e os investigados na Operação G7, a desembargadora, que é vice-presidente do TJ do Acre, vai relatar as ameaças e um suposto plano para matar a relatora do caso, desembargadora Denise Castelo Bonfim.
Em um relatório complementar do inquérito, a PF apontou suposta relação suspeita entre desembargadores e os investigados. Cinco dos dez magistrados têm algum tipo de impedimento, afirmou Cezarinete.
A liminar dada pelo ministro Fux ampliou a decisão do TJ do Acre e impediu que os desembargadores locais julguem os pedidos de liberdade, "bem como qualquer processo alusivo à Operação G7", registra Fux. A decisão foi dada no fim da tarde do dia, 5, atendendo uma reclamação do Procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que apontou "iminente usurpação de competência" e requereu que o caso fosse enviado ao STF.
Na madrugada de quinta, 6, a desembargadora do TJ e o delegado Maurício Moscardi, da PF, embarcaram para Brasília com todo inquérito, em 11 malotes e quatro caixas. Após formalizar a entrega do caso ao STF, Cezarinete terá uma reunião com o corregedor nacional de Justiça, ministro Francisco Falcão, e depois com o presidente do Supremo, ministro Joaquim Barbosa.
Além da relação suspeita entre desembargadores e os investigados na Operação G7, a desembargadora, que é vice-presidente do TJ do Acre, vai relatar as ameaças e um suposto plano para matar a relatora do caso, desembargadora Denise Castelo Bonfim.
Leia na íntegra as cartas de denúncia em que o ex-deputado e ex-coronel da Polícia Militar Hildebrando Pascoal ameaça desembargadora.
“Procuradora de Justiça Vanda Denir Milani Nogueira
Desde os primeiros dias de minha prisão, você, com medo dos opressores, foi a pessoa que mais me abandonou. O que mais senti foi, para agradar os tiranos, o seu julgamento, coisa que você não tem moral de fazê-lo, pois a maioria dos problemas criados teve você como pano de fundo, ou seja, você como protagonista, principalmente aquele da Secretaria de Segurança Pública, quando você era delegada de polícia, que você hoje finge até para si própria que não tem nada a ver, esquecendo-se que pessoas que se encontram na minha situação, o que mais tem é MEMÓRIA.
Nas poucas vezes que precisei de você e de sua família, para não dizer a única, tive minhas mãos vazias.
Hoje encontro-me em uma situação, que sei, que cheguei a ela levada pelo descaso, pela falta de força de vontade, pelo descaso dos meus irmãos e da minha família e, que muitas vezes, ainda chegam aos meus ouvidos que eu teria sido o responsável por ter destruído a família.
Vanda, você sabe como ninguém que nossos problemas eram únicos e de todos, inclusive, indo à minha casa fazendo cobranças.
Durante meus julgamentos não delatei ninguém, dei meu próprio sangue e dos meus filhos e netas, e o que eu recebi foi o desprezo e o descaso.
O Des. Gercino pediu ao governador Orleir Cameli para que me persuadisse a participar de uma reunião com ele, para acabarmos com as desavenças. Orleir fez o pedido e eu o aceitei.
A reunião fora marcada para quarta-feira entre Gercino e eu, sendo mediada pelo governador. Ingenuinamente comentei com você, Vanda, da reunião que seria realizada entre Gercino e eu com a mediação de Orleir. Estranhamente a reunião não fora realizada.
Você, Vanda, sabendo da reunião porque eu havia lhe falado, movida pelo ódio e pela vingança por não ter sido escolhida por mim como candidata a deputada estadual, falou para o então governador que eu iria matá-lo, razão pela qual a reunião não se realizara.
Após minha cassação e prisão, o Dr. Ery Varela, advogado do então governador Orleir Cameli, me falara desses absurdos, dessa mentira cometida por você.
O Des. Gercino entrou em desespero e passou a utilizar-se de todos os meios repugnáveis ao Estado Democrático de Direito para me destruir, como destruiu-me com o apoio de Jorge Viana.
Vanda, não tenho mais nada a perder. O que vai me segurar, no momento, é o objetivo de manter-me e manter minha família.
Você conseguiu com sua turma tirar a minha patente e o meu salário, posição que conquistei, com honra.
O Ministério Público e o Poder Judiciário acreano nunca teve e não tem autoridade moral para me denunciar e condenar-me.
Sinto muito, mas vou tomar atitudes que até hoje evitei, mesmo sendo muito massacrado, portanto, vou tornar público todas as mazelas do Ministério Público e do Poder Judiciário, fornecendo detalhes.
Não tenho mais nada a perder. O que vai me segurar, no momento, é o objetivo de manter minha família.
Diante do exposto, solicito que me encaminhe, mensalmente, a importância de R$ 6.000,00 (seis mil reais) para me manter e manter minha família (filhos e netas).
Caso não me atenda, tenha a gentileza de encaminhar esta carta para os órgãos competentes, pois caso contrário eu a encaminharei e apresentarei esclarecimentos provando os fatos.
Unidade Penitenciária 2/AC, 27 de setembro de 2011.
Hildebrando Pascoal
P.S. Vanda, Ainda tem as aposentadorias dos soldados da borracha para serem esclarecidas, ou seja, tornar público as podridões. Quando eu for ouvido pelos Conselhos Nacional de Justiça e do Min. Público as pensões dos soldados da borracha serão esclarecidas também.”
“Senhora Desembargadora Eva Evangelista,
Trinta dias, aproximadamente, antes da realização do concurso público para provimento de cargos de Promotor de Justiça do Estado do Acre, a senhora e o seu marido Menandro passaram a frequentar todas as noites a casa da procuradora de Justiça Vanda Denir Milani Nogueira, minha cunhada.
E como todas as noites nós nos encontrávamos lá para longas conversas, informações e recebimento de documentos sigilosos do Poder Judiciário, em momentos agradáveis regados a jantares, não é justo que só eu faça parte de uma colheita tão amarga: ver meus filhos e netos passarem necessidades por uma atitude de comum acordo que tomei com a senhora e outros amigos de seu quilate que não vem ao caso citá-los, a não ser em hora oportuna.
Diante de tanta amizade, de tantos envolvimentos, não cabia a senhora se aliar aos meus algozes Jorge Viana e Tião Viana condenando-me à desonra e à execração pública.
A senhora bem sabe que não é detentora de princípios éticos e morais para julgar-me como ser humano, nem tão pouco como Oficial honrado que fui.
Você Eva, sabe muito bem que eu presenciei a Procuradora de Justiça Vanda Milani Nogueira, minha cunhada, entregando-lhe, em mãos, o gabarito das provas do concurso público do Ministério Público Estadual para ser repassado para sua filha, Gilcely Evangelista, hoje Procuradora de Justiça.
Em outra oportunidade presenciei também, a minha cunhada Vanda entregando em mãos para o seu esposo Menandro que se encontrava em sua companhia o gabarito das provas do concurso público do Ministério Público do Estado do Acre.
Desta vez, o concurso fora anulado em face da evidência da incapacidade de seu marido e outro. O escândalo veio à tona.
Atendendo pedido verbal da minha cunhada Vanda e da senhora, fui ao jornal A Tribuna e pedi ao proprietário do jornal, empresário Ely Assem de Carvalho, que abafasse o escândalo referente ao concurso público do Ministério Público do Estado do Acre. Pedido semelhante fiz ao jornalista Silvio Martinelo, proprietário do jornal A Gazeta. Paguei muito caro por esse pedido feito ao Silvio.
Valter Montila era o Procurador-Geral de Justiça, de direito, mas de fato era a Vanda.
Depois a Vanda fora nomeada Procuradora-Geral de Justça.
A única arma que eu tenho e que não gostaria de usá-la é a caneta, associada aos conhecimentos que tenho sobre sua conduta nada recomendável para uma pessoa da sua importância social, portanto irei usá-la com a consciência tranquila.
Encaminharei a cópia desta carta para os Conselhos Nacional de Justiça e do Ministério Público para conhecimento e providências, bem como após encaminhamento a postarei na internet.
Tenho plena certeza que serei ouvido pelos Conselhos e prestarei todos os esclarecimentos.
Infelizmente em certos momentos de nossas vidas, nos encontramos em posições em que nos deparamos com pessoas erradas, nos lugares errados e em situações mais erradas ainda, onde traímos os nossos ideais e nossas convicções.
Este é o desabafo de um homem que sempre, indiscutivelmente, colocou em primeiro lugar a ética e a honra.
Unidade de Regime Fechado 2/AC, 3/11/11″
Policia Federal
Fonte:



Por que que o brasileiro tem que ser um pobre miserável ? nos países mais evoluídos a telexfree consta como uma empresa totalmente legal . mas no brasil ´para o pobre , mas... só para o pobre , tem que ser ilegal.no brasil o pobre nunca tem vez. Acho que existe : outras pirâmides para ser averiguada.
ResponderExcluirOs pilantras!!!
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